Meninomiel

Edmiel Leandro, 22 anos. Estudante de Design gráfico pelo IFPE. Atualmente coordena o departamento de produção visual do MIC ETEPAM. Viciado em livros e jogos.

Assinar

Digite seu endereço de email para assinar este blog e receber notificações de novas publicações por email.

Junte-se a 934 outros assinantes

Por Edmiel Leandro

Últimos Tweets

Pag. 187

20/10/2016

– Explico: a feiticeira pode conhecer a magia profunda, mas não sabe que existe outra magia ainda mais profunda. O que ela sabe não vai além da aurora do tempo. Mas, se tivesse sido capaz de ver um pouco mais longe, de penetrar na escuridão e no silêncio que reinam antes de aurora do tempo teria aprendido outro sortilégio.

Saberia que, se um vítima voluntária, inocente de traição, fosse executada no lugar do traidor, a mesa se quebraria ao meio e até a própria morte poderia ser revogada.

Pag. 118

06/07/2016

— Hummm… Entendi. E para você… Quem é o melhor espadachim do mundo?
— Não tenho a mais vaga ideia
— Você nunca conheceu um deles?
— Conheci vários que se consideravam como tal.
— Ah é? Quem eram eles? Como se chamavam? O que sabiam fazer?
— Devagar, devagar, menina. Não sei as respostas para todas essas perguntas. Isso é tão importante assim?
— É lógico que é importante. Gostaria de saber quem são esses espadachins e onde estão.
— Onde eles estão… isso eu sei.
— Ah é? Onde?
— Nos cemitérios.

Pag. 102

01/06/2016

– Um mal é um mal, Stregobor – retrucou seriamente o bruxo, pondo-se de pé. – Menor, maior, médio, tanto faz… As proporções são convencionadas e as fronteiras, imprecisas. Não sou um santo eremita e não pratiquei apenas o bem ao longo da minha vida. Mas, se me couber escolher entre os dois males, prefiro abster-me por completo da escolha.

Society

21/02/2015

Para muitos ambição é um defeito, para mim não chega a ser uma virtude. Porém me orgulho de não tê-la comigo. Planejar e consumir coisas todos nós fazemos, mas será que precisamos de tudo que temos. Será que todo mundo acha essa ganância normal?

 

Todo dia eu penso sobre meu papel nesse mundo, sobre qual o propósito da minha existência ou da existência das pessoas. Penso na morte mais do que gosto e fazendo isso também penso na lógica dessa vida. Essa sociedade em que vivemos. Toda política, regras e pessoas que envolvem essa sociedade. Como pode existir uma convivência pacífica entre as pessoas se elas vivem como animais? Não pensam antes de agir, não procuram por respostas, não perguntam porque? Agem como manda o livro de receitas e seguem suas vidas sem saber pra onde vão.

Talvez eu esteja filosofando muito, mas é que escutando essa música e observando as pessoas é impossível não se sentir sentir excluído dessa organização. Existe um sentido maior para nós aqui. Algo que transcende nossa existência. Falta respeito, falta amor, falta olhar e ouvir. Observar e quem sabe então agir.

And you think you have to want more than you need
Until you have it all you won’t be free

Society, you’re a crazy breed
Hope you’re not lonely without me…

Pag. 52

12/11/2014

Pouco tempo depois de terem se casado, Natalia dissera que todo marinheiro precisa de ter alguém a sua espera, que toda mulher precisa de ter alguém por quem esperar. Tão simples quanto isto – e infinitamente mais complexo, o casamento de duas pessoas inteligentes que, ao longo de quinze anos, haviam aprendido as forças e as franquezas uma da outra e se tinham tornado cada vez mais íntimas.

Pag. 40

08/11/2014

A partir de início da idade adulta, Marko já possuía as suas próprias ideias acerca do bem e do mal, ideias que não partilhava com o Estado e lhe permitiam avaliar as suas ações e as dos outros. Tinha o cuidado de as ocultar. Serviam-lhe de âncora para a alma e, como uma âncora, permaneciam escondidas muito abaixo da superfície visível.

Older Posts