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Edmiel Leandro, 22 anos. Estudante de Design gráfico pelo IFPE. Atualmente coordena o departamento de produção visual do MIC ETEPAM. Viciado em livros e jogos.

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Por Edmiel Leandro

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Nostalgia

Top 10 – Jogos mais importantes da minha vida

23/09/2014

Eu sou Edmiel Leandro e foi daqui que surgiu parte da minha personalidade Desafio proposto por @mushi720, para listar os 10 jogos que foram de alguma forma importantes para mim. Regras: não leve mais que alguns minutos, não pense muito. Eles não precisam ser o jogo certo ou grandes obras, só precisam ser importantes pra Read More

O porquinho do fundo falso

01/03/2014

Nos anos 90, todas as crianças de minha geração tinham um porquinho. Não poque morávamos em uma fazenda, claro. Apresso-me em explicar que o porquinho em si era um cofrinho feito de barro com uma única abertura para a moeda, embora fosse válido por cédulas nos pequenos, mas na época quem juntava moedas nem sempre tinha uma nota no bolso. O principal objetivo era juntar trocados para uma ocasião especial, no meu caso eu juntava para gastar no meu aniversário. Me lembro que quando quebrei meu primeiro porquinho tinha incríveis R$23,70 de moedas e naquela época e com esse dinheiro eu fiz a festa.

É sobre exatamente este ponto que quero comentar. Passei por uma loja nesses dias e vi um porquinho que não era um porquinho, mas sim uma zebra e ainda mais sentada; Era de plástico, o que já me fez torcer o nariz. Porém o que mais me deixou incomodado foi o fato de ter uma abertura no fundo do pobre animal. Fiquei me perguntando qual o sentido de por uma abertura num porquinho (que não era porquinho) e ainda pensando eu tive a sensação que já sabia a resposta.

Talvez o porquinho seja um belo espelho de nossa sociedade de hoje. Talvez na minha geração, guardar um pouco a ansiedade de comprar algo ou apenas esperar que o cofrinho fique cheio represente o quanto as pessoas planejavam e lutavam por algo que queriam. Talvez essa geração de hoje não precise mais do porquinho no seu sentido primário, mas a figura dele tenha algum tipo de motivação, embora eu não veja muita diferença entre o porquinho zebra e uma carteira. Numa sociedade consumista como a nossa, talvez guardar moedas não faça tanto sentido como antigamente. Uma pena que as crianças de hoje provavelmente nunca vão conhecer aquela sensação que dava ao quebrar o pobre coitado do porquinho.

Por uns bytes de memória

30/06/2013

Sempre me emociono quando leio esse quadrinho, não só eu mas a maioria de minha geração. Então com o propósito de sempre estar ao meu alcance estarei postando ele aqui :’)

a-internet

S2B, MIC e Imagine Cup

06/06/2013

Eu sou Edmiel Leandro e hoje vou escrever um pouco sobre tudo que passei Tudo começou em 2008. Quando consegui a aprovação num curso técnico da recém re-inaugurada ETEPAM. Por ser uma escola antiga e de tradição, enfrentava sérios problemas de estrutura, então em meados de 2006 a escola entrou em reforma só voltando a ser Read More

Palavras de 2009 que ainda valem por quem sou hoje

29/04/2013

É..
Andei conversando com algumas pessoas nesses dias e percebi uma coisa, elas sempre querem dinheiro ou se dar bem em algo, sei lá, coisas desse tipo. Cara, eu sempre sonhei com coisas muito simples, coisas so tipo casa de madeira na beira do lado, cerca baixa e gramado verde. Café forte, roupão e jornal. Em vez de uma BMW, um Fusca. É isso mesmo um Fusca, preto e com rodas prateadas foscas. Quero só me dedicar a algo que eu goste,ou seja, informática, tecnologia, celulares. Nisso vejo que sou diferente de muitos, eles são do tipo que se ganharem 1 Milhão hoje, amanhã já estão individados. Em vez de gastar, invista. Penso além e sempre imagino minha vida sem o que tenho, acho que por isso inda estou vivo, agradeço a Deus pelo que tenho, e peço que ele me conceda o que desejo, claro conforme a sua vontade. Eu não mencionei acima, mas não adiantaria nada ter tudo que quero sem uma pessoa pra compartilhar, acredito que essa parte eu já realizei e agora todo resto que vier é lucro. Por que a parte mais importante eu já tenho.