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Edmiel Leandro, 22 anos. Estudante de Design gráfico pelo IFPE. Atualmente coordena o departamento de produção visual do MIC ETEPAM. Viciado em livros e jogos.

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Por Edmiel Leandro

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No dia de meu nome

29/04/2014

Aos poucos e prezados leitores dedico esta nota.

Tenho que começar dizendo uma coisa. Eu amo minha rotina. Sério mesmo!
Mas não pelo fato de fazer as mesmas coisas sempre e todo dia, mas principalmente pelas pessoas que me cercam. E por isso eu só tenho a agradecer. Aliás, é sobre isso que estou escrevendo aqui. Para agradecer. As pessoas que fazem parte da minha vida são as responsáveis por quem sou hoje, se é que sou alguma coisa e também são o motivo pelo qual contínuo. Então, obrigado. É justo que as pessoas desejem em seu dia algo como sucesso e felicidade. Mas para ser sincero, eu quero apenas silêncio e serenidade na minha alma que anda um pouco angustiada de tanto observar a vida sofrida das pessoas. Se não for pedir muito também queria um pouco de força de vontade. A frustração as vezes é tanta que dá vontade de desistir. E também, para finalizar, gostaria de agradecer.

À minha namorada, a quem eu entreguei meu coração.
À minha família, pelo sempre presente suporte.
Ao pessoal do trabalho, pelos melhores dias sofridos que alguém poderia desejar.

E nesses últimos minutos desse dia, agradeço a Deus por tornar isso possível.

Efeito manada – Nas entrelinhas do horizonte

17/03/2014

(*) Acho que enveredei para este papo sobre hegemonia porque, enquanto escrevia, na sala de embarque do aeroporto, um menino puxou assunto com o pai pelo braço e, apontado para o meu laptop, disse: “Eu queria um computador daqueles da maçã. São os melhores do mundo, pai!”.

Tive vontade de dizer: não entra nessa garoto! O melhor computador é o de quem tem as melhores ideias. Não adianta entulhar as fotos de filtros bacaninhas que envelhecem e embelezam “naturalmente” a imagem. Nenhuma maquiagem esconde a falta de conteúdo.

Bons fones se possível. Boa música, sempre!

– Humberto Gessinger

Diário de Myself #2

04/03/2014

Alguns anos atrás e esses dias, ficando sozinho em casa, seriam o paraíso. Mas olha só como é a vida: quando você não liga mais, aí é que você tem de sobra. Acontece que sempre gostei muito da solidão e fazer as coisas sozinho sempre me divertiu mais do que acompanhado. Porém há certas pessoas que quando entram na sua vida fica difícil de se imaginar sem elas. Não que eu não goste da solidão, é um tempo necessário para mim. Entretanto preferia passar meus dias solitários com você.

O porquinho do fundo falso

01/03/2014

Nos anos 90, todas as crianças de minha geração tinham um porquinho. Não poque morávamos em uma fazenda, claro. Apresso-me em explicar que o porquinho em si era um cofrinho feito de barro com uma única abertura para a moeda, embora fosse válido por cédulas nos pequenos, mas na época quem juntava moedas nem sempre tinha uma nota no bolso. O principal objetivo era juntar trocados para uma ocasião especial, no meu caso eu juntava para gastar no meu aniversário. Me lembro que quando quebrei meu primeiro porquinho tinha incríveis R$23,70 de moedas e naquela época e com esse dinheiro eu fiz a festa.

É sobre exatamente este ponto que quero comentar. Passei por uma loja nesses dias e vi um porquinho que não era um porquinho, mas sim uma zebra e ainda mais sentada; Era de plástico, o que já me fez torcer o nariz. Porém o que mais me deixou incomodado foi o fato de ter uma abertura no fundo do pobre animal. Fiquei me perguntando qual o sentido de por uma abertura num porquinho (que não era porquinho) e ainda pensando eu tive a sensação que já sabia a resposta.

Talvez o porquinho seja um belo espelho de nossa sociedade de hoje. Talvez na minha geração, guardar um pouco a ansiedade de comprar algo ou apenas esperar que o cofrinho fique cheio represente o quanto as pessoas planejavam e lutavam por algo que queriam. Talvez essa geração de hoje não precise mais do porquinho no seu sentido primário, mas a figura dele tenha algum tipo de motivação, embora eu não veja muita diferença entre o porquinho zebra e uma carteira. Numa sociedade consumista como a nossa, talvez guardar moedas não faça tanto sentido como antigamente. Uma pena que as crianças de hoje provavelmente nunca vão conhecer aquela sensação que dava ao quebrar o pobre coitado do porquinho.

Diário de Myself

24/02/2014

Nos meus tempos adolescentes – quando a gente não sabe muito bem o que quer ser, mas sabe exatamente como não quer ser – me inspirava muito o Shikamaru (que até hoje é um dos meus personagens preferidos de uma série de mangás). Nós tínhamos do muito um pouco em comum, mas o que mais fazia eu gostar dele eram as nuvens. Adoro observar as nuvens, suas formas e formatos. Tanto que as vezes faço-o sem querer. O céu é como uma tela gigante, abóbada, exposta para nós e em sua tinta branca se faz a arte. Eu sei Shikamaru, observa-las é uma dádiva assim como invejá-las não cabe a nós.

A blessing in disguise

06/02/2014

Não estarei mentindo se disser que metade de mim é saudade.

A outra?
Se coubesse seria amor. Contudo, sei que ainda falta espaço para outros tantos sentimentos.
Tantos outros sentimentos.. Mas pra ser sincero o que me faz escrever aqui é a esperança.

Ainda acredito que há certos males que vem para o bem.

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